menu

Tortas
Entradas
Executivos
Quiches & Tortas
Saladas Simples
Saladas Especiais
Grelhados
Massas
Infantil
Sobremesas
Bebidas
Vinhos
Cafés
 

aqui começa nossa história

A história do Gula Gula nasceu de uma paixão. A paixão de Fernando de Lamare pela cozinha. Fernandão, como era conhecido, herdou o amor pela cozinha da mãe, Josefina, que levou a vida entre as panelas. Apesar de ter se formado engenheiro químico e trabalhado durante toda a vida bem longe do fogão, em casa era ele quem ensinava truques às cozinheiras e, nos fins de semana, preparava incontáveis pratos para a família e os amigos. “O meu pai sempre gostou de cozinhar, lembro dele chegando do trabalho de terno, entrava pela cozinha abrindo todas as panelas e falava para a cozinheira: corrige já isso aqui, bota mais sal ali. E assim foi a vida inteira”, lembra Pedro de Lamare, filho de Fernando e hoje um dos sócios do Gula. Quando Fernando se aposentou, com mais de setenta anos, seus amigos Pedro Salgado e Claudio Bernardes o convidaram para abrir um restaurante. Escolheram uma lojinha na rua Rita Ludolf, entre a praia e o Baixo Leblon, no coração da Zona Sul do Rio. Fernando seria o responsável pela comida e a administração, Claudio e Pedro os sócios capitalistas. Depois de uma rápida reforma, o Gula Gula abriu suas portas no dia 24 de fevereiro de 1984, a princípio para vender comida de balcão, para viagem. Mas por aquela portinha da Rita Ludolf entrava e saía tanta gente que Fernandão acabou convencido pela própria clientela de que comer em pé era chato e resolveu colocar quatro ou cinco mesinhas. Pedro de Lamare, filho caçula de Fernando, fez o livro-caixa do Gula Gula desde o início. Era a sua maneira de ajudar o pai. Ao meio-dia, Pedro saia do escritório onde trabalhava no centro da cidade, de terno e gravata, pegava o carro e seguia para o Leblon. Lá, cuidava das finanças do restaurante e almoçava a comida do pai, todos os dias.
+

dobradinha

Oito meses depois do Gula Gula abrir as portas, Pedro de Lamare comprou a parte de Claudio Bernardes no negócio e virou sócio do restaurante. E então o Gula, que só funcionava durante o dia, passou a abrir também à noite. Pai e filho faziam dobradinha durante o dia e Pedro tocava a loja de noite. Foi ele também quem incentivou Fernandão a servir no Gula os pratos quentes que davam água na boca da família e dos amigos.
De bermuda e camiseta, Pedro descobriu uma energia no trabalho que até então desconhecia. “Descobri uma nova forma de trabalhar totalmente descontraída, estava sempre rodeado de gente, ficava ao lado do meu pai, trabalhava de bermuda e sentia muito prazer pelo que estava fazendo”, conta Pedro.

a gula cresce

A energia de Pedro contagiou outro amigo da família, Zé Júlio Sabugosa, que chegou ao Gula com planos de expansão. Os sócios do Gula: Pedro de Lamare, Patricia Wiethaeuper e Eduardo Daniel E em 1985 um novo Gula Gula abria as portas na rua Senador Dantas e marcava uma mudança: de uma loja pequena, com um atendimento personalizado, o restaurante passou a servir almoço executivo no centro da cidade para mais de trezentas pes- soas.
Depois veio o Gula Gula do Hotel Marina, na praia do Leblon, que marcou uma época. Transformou-se em referência carioca com suas refeições e os shows instrumentais e de jazz à noite. Com a chegada dos novos sócios Patrícia Wiethaeuper e Eduardo Daniel o Gula Gula não parou mais: seduziu Ipanema, expandiu no Centro, chegou à Barra e São Conrado, conquistou a Gávea e o Jardim Botânico. E lá se vão 30 anos.

a chef

A chef Nanda de Lamare, 33 anos, está à frente do cardápio e cozinhas do Gula Gula desde 2011, quando assumiu o posto de chef-executiva da rede gourmet. Neta de Fernando de Lamare, fundador do restaurante, ela tem a essência do Gula Gula no sangue, e busca com seu trabalho trazer novidades constantes, sem perder as origens da casa, que há MAIS DE três décadas é um sucesso no Rio de Janeiro. Sobrinha de Pedro de Lamare, Nanda é a quinta geração de chefs de sua família. Filha de outro cozinheiro de mão cheia, o restaurateur Nando de Lamare, ela cresceu vendo os bastidores dos restaurantes de seu pai. Com apenas 11 anos de idade, adorava ficar na cozinha da fazenda da família, onde passava férias, acompanhando o preparo das refeições. Ao completar 18 anos, a identificação pelo mundo da culinária era uma certeza na vida da jovem, mas como não havia faculdade de gastronomia no Brasil, ela decidiu trabalhar no restaurante que o pai havia comprado. Era a melhor forma de “testar” sua vocação antes de se aventurar em cursos fora do país. Foram dois anos fazendo de tudo e passando por todos os setores, desde hostess até caixa e barwomam. Escola melhor, impossível. Adepta da comfort food e tendo como base a gastronomia francesa, a chef já havia trabalhado no Gula Gula entre 2001 e 2008, ano em que foi buscar novas experiências. Em São Paulo, atuou no Buddha Bar, restaurante franqueado de Paris, e em uma consultoria gastronômica ao lado da chef Lelena Cesar. Voltou para o Rio no início de 2011, justamente para reassumir o posto de chef-executiva do Gula Gula, que hoje conta com 17 unidades. Mas Nanda não cuida sozinha da cozinha do Gula. Ela conta com a ajuda de quatro assistentes de produto que circulam todos os dias entre os 17 restaurantes da rede, fazendo visitas, checando padrão e qualidade e anotando tudo em relatórios diários. Juntas, Nanda e suas assistentes também preparam workshops mensais de treinamento e reciclagem para os funcionários que trabalham nas cozinhas da rede. “Aqui não tem espaço pra ego. As mudanças que faço nas receitas são sutis. Os clientes gostam do menu e não querem que mexa.”

restaurantes

Selecione um restaurante

sustentabilidade

Hoje em dia dizer que pensa ou age de forma sustentável não é ser antenado ou vanguardista, é ser coerente. O Gula Gula vem praticando dentro de suas 17 lojas, junto com seus colaboradores ações que vão desde o controle maior no gasto de energia, desperdício de água e alimentos até a extensão dessas práticas na vida pessoal de cada um que passa por aqui. Assim, esperamos, não só ter uma redução significativa dos gastos internos mas ajudar a formar ser humanos mais conscientes dos recursos oferecidos a nós pela natureza.
Ser sustentável hoje, é questão de sobrevivência, tanto para seres humanos como para corporações. Sabemos que ainda estamos no princípio de uma longa caminhada até uma consciência plena sobre assunto, mas aqui a luz verde está acesa, ou melhor, a bandeira verde está içada. A bandeira é de todos, todos os dias, todas horas e segundos se você espera ter tudo isso para você, seus filhos, netos e tantas e tantas gerações que seguirão a frente.
 

fale com